quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Desenhar nos Museus e Exposições de Castelo Branco

À semelhança do projeto do https://www.rijksmuseum.nl/en/startdrawing/drawing-saturday continuamos a desenhar Obras de Arte.
Desta vez ainda na na Coleção Millenium que está no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco.

Não interessa o resultado final do trabalho dos participantes, mas sim a forma como olham e percebem o que está à sua frente. Apreciando a beleza da obra, desenhando.



A partir de Ceifeira, de José Almada Negreiros

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Dórdio Gomes

Dórdio Gomes na Coleção Millenium
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
O semeador; 1945

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Quota da Sardinha

Uma honrosa referência num excelente blogue, http://pirra.blogs.sapo.pt/ , fez-me recordar a necessidade de  ir publicando regularmente alguns esboços.
Principalmente por respeito a quem se acostumou a passar por aqui

Estes desenhos são do verão, que apesar de estarmos em novembro, teima em não se ir embora completamente. São de um tema que sei interessar (muito) a Pirra: agricultura e pescas
e logo de um dia que fez correr muita tinta (agora já corre pouca é tudo mais em bytes) O fim da quota da sardinha no porto da Nazaré.

De caderno debaixo do braço, lá fiz uns kilometros até ao porto da Nazaré, mas previamente descansado, pelo peixeiro que à porta de casa deixava o peixinho fresquinho, que não me preocupasse que sardinha iria aparecer sempre. E cumpriu, que dois dias depois apareceu com a encomenda para uma sardinhada épica.

Na Nazaré também havia sardinha, já que o o presidente Chicharro ofereceu um cabaz das ditas à ministra Cristas.



sábado, 30 de maio de 2015

Rallye de Portugal

Rallye de Portugal. Desenhar os carros, em movimento, é uma tarefa difícil. Daí ser melhor fotografar. Mas enquanto se espera por eles, há muito tempo disponível para riscar. Aqui fica o Rallye de Portugal em 4 desenhos: a beleza extraordinária do Marão, até onde a vista alcança; a capacidade de realizar certas manobras de aparcamento e acampamento que os fabricantes de automóveis e principalmente instrutores de condução nem imaginam ser possíveis; aqueles que de uma forma absolutamente solidária e generosa animam as pessoas que esperam a passagem dos carros. Alguns deles até com alguns custos para a carteira e principalmente o fígado; e por fim, a forma como se espera: em pé; sentados; deitados, em qualquer lugar. Tudo serve para repor a noite mal dormida. É uma grande festa o Rallye de Portugal.






sábado, 2 de maio de 2015

Ozono

Na quinta do amigo Victor Toscano há sempre animação. A convocatória foi para dispor umas couves com uma prévia atividade matinal que metia um bife de vitela no pão (com molho normal, apenas um fio de azeite muito quente, alho e sal; sela-se o dito cujo, previamente untado com azeite e junta-se um nico de vinho branco que se deixa evaporar. Fiquei a saber que se o molho for à Portugália, bate-se à parte mostarda com iogurte natural; junta-se e deixa-se apurar). No conforto do bife e da companhia, antes da atividade propriamente física, ainda houve tempo para meditar sobre algumas palavras que não fazem muito sentido existirem, como perfeição ou certeza. Não há perfeição nem certezas absolutas. Perfeição quer aliás dizer, segundo o Toscano, fazer com Excelência, o que dá outro sentido à palavra. O Inserme ainda tentou que, certeza certeza só a morte, mas nem isso é muito claro, já que muita gente em muitas partes do mundo, acredita, que por aqui é apenas uma passagem.
Mas o melhor estava para chegar. C. , vista habitual, trazia com grande satisfação e orgulho uma máquina novinha em folha para fazer, pasme-se Ozono! Perante a nossa admiração e incredulidade sobre tantos benefícios na Respiração, Feridas, Inflamações, Desintoxicações, Purificações, e até remédio para algumas disfunções, etc etc a máquina, teimosa, não funcionou como seria dado e se pretendia demonstrar.
Mas o Toscano sossegou a coisa: Se não funciona bem é desta nossa eletricidade de certeza. Tens de entregar isso a alguém mais novo, que são da geração do botão. Nós somos da manivela.
Quanto às couves ficaram umas doze dezenas no rego.
Um belo couval.



sexta-feira, 24 de abril de 2015