sábado, 2 de maio de 2015

Ozono

Na quinta do amigo Victor Toscano há sempre animação. A convocatória foi para dispor umas couves com uma prévia atividade matinal que metia um bife de vitela no pão (com molho normal, apenas um fio de azeite muito quente, alho e sal; sela-se o dito cujo, previamente untado com azeite e junta-se um nico de vinho branco que se deixa evaporar. Fiquei a saber que se o molho for à Portugália, bate-se à parte mostarda com iogurte natural; junta-se e deixa-se apurar). No conforto do bife e da companhia, antes da atividade propriamente física, ainda houve tempo para meditar sobre algumas palavras que não fazem muito sentido existirem, como perfeição ou certeza. Não há perfeição nem certezas absolutas. Perfeição quer aliás dizer, segundo o Toscano, fazer com Excelência, o que dá outro sentido à palavra. O Inserme ainda tentou que, certeza certeza só a morte, mas nem isso é muito claro, já que muita gente em muitas partes do mundo, acredita, que por aqui é apenas uma passagem.
Mas o melhor estava para chegar. C. , vista habitual, trazia com grande satisfação e orgulho uma máquina novinha em folha para fazer, pasme-se Ozono! Perante a nossa admiração e incredulidade sobre tantos benefícios na Respiração, Feridas, Inflamações, Desintoxicações, Purificações, e até remédio para algumas disfunções, etc etc a máquina, teimosa, não funcionou como seria dado e se pretendia demonstrar.
Mas o Toscano sossegou a coisa: Se não funciona bem é desta nossa eletricidade de certeza. Tens de entregar isso a alguém mais novo, que são da geração do botão. Nós somos da manivela.
Quanto às couves ficaram umas doze dezenas no rego.
Um belo couval.



sexta-feira, 24 de abril de 2015

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Aldeia de Partida. Castelo Branco

Instalações e esculturas na Partida: O campo convive perfeitamente com a modernidade.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

sábado, 4 de abril de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Cabeça. Aldeia Natal.

Cabeça. Aldeia Natal.
Louriga. Seia
Gostava de saber usar os elogios certos para poder retribuir o fim-de-semana que a aldeia de Cabeça me proporcionou. Não muito longe da serra de estrela dos polares garridos, das calças almofadadas e dos óculos espelhados existe uma serra real, humana, acolhedora e muito bela.
É o caso de Cabeça, que assinala o Natal não com artificialismos de plástico, mas com as ruas da aldeia decoradas com as ramas da limpeza das matas e da floresta. Juntos, com grande espírito empreendedor e de união, Cabeça recebe os visitantes com um enorme sorriso. E, aqueles como eu que tiverem o privilégio de ali passar um fim-de-semana saem de alma cheia, com o verdadeiro espírito de Natal.
Por isso, com Cabeça, desejo a todos um Bom Ano de 2015