sábado, 2 de abril de 2016

segunda-feira, 28 de março de 2016

Desenho em Japonês

Monsanto. Na rua encontrei um senhor de caderno na mão. Falava tanto português como eu japonês. Já no inglês estávamos ao mesmo nível: fraco. Mas mesmo assim entendemo-nos e comunicamos: através do desenho

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Baságueda

Sou de há uns tempos para cá, humilde colaborador do Baságueda.
Local onde se lê com profundidade e humor, num enorme equilíbrio entre o conhecimento erudito e a sabedoria rural. Sabedoria popular, que os seus autores, teimam e muito bem, em manter viva e atual.
Desta vez o tema é "Artimpencha" com estes desenhos.





 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Desenhar nos Museus e Exposições de Castelo Branco

À semelhança do projeto do https://www.rijksmuseum.nl/en/startdrawing/drawing-saturday continuamos a desenhar Obras de Arte.
Desta vez ainda na na Coleção Millenium que está no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco.

Não interessa o resultado final do trabalho dos participantes, mas sim a forma como olham e percebem o que está à sua frente. Apreciando a beleza da obra, desenhando.



A partir de Ceifeira, de José Almada Negreiros

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Dórdio Gomes

Dórdio Gomes na Coleção Millenium
Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco
O semeador; 1945

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Quota da Sardinha

Uma honrosa referência num excelente blogue, http://pirra.blogs.sapo.pt/ , fez-me recordar a necessidade de  ir publicando regularmente alguns esboços.
Principalmente por respeito a quem se acostumou a passar por aqui

Estes desenhos são do verão, que apesar de estarmos em novembro, teima em não se ir embora completamente. São de um tema que sei interessar (muito) a Pirra: agricultura e pescas
e logo de um dia que fez correr muita tinta (agora já corre pouca é tudo mais em bytes) O fim da quota da sardinha no porto da Nazaré.

De caderno debaixo do braço, lá fiz uns kilometros até ao porto da Nazaré, mas previamente descansado, pelo peixeiro que à porta de casa deixava o peixinho fresquinho, que não me preocupasse que sardinha iria aparecer sempre. E cumpriu, que dois dias depois apareceu com a encomenda para uma sardinhada épica.

Na Nazaré também havia sardinha, já que o o presidente Chicharro ofereceu um cabaz das ditas à ministra Cristas.